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Críticas de Morsi levam delegação síria a abandonar cimeira dos Não-Alinhados

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Críticas de Morsi levam delegação síria a abandonar cimeira dos Não-Alinhados

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É a primeira visita de um chefe de Estado egípcio ao Irão desde a revolução islâmica de 1979 e Mohamed Morsi não passou despercebido.

Na Cimeira do Movimento dos Países Não-Alinhados, que decorre estas quinta e sexta-feiras, o primeiro presidente do Egito do pós-Revolução Árabe não poupou críticas ao regime de Bashar Al-Assad: “É um dever ético estar ao lado do povo sírio contra um regime opressor que perdeu a legitimidade. É uma necessidade política e estratégica. Prende-se com a nossa crença numa nova Síria independente. Todos devemos apoiar totalmente a luta dos que pedem liberdade e justiça na Síria.”

A delegação síria abandonou a sala assim que Morsi começou a falar do regime de Bashar Al-Assad, que tem no regime iraniano o principal aliado regional.

O Irão assume, por três anos, a presidência do Movimento dos Não-Alinhados, organização criada durante a época da Guerra Fria. Um posto que Teerão considera uma vitória contra a tentativa ocidental de isolar o país.