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Kim Clijsters despede-se em Flushing Meadows


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Kim Clijsters despede-se em Flushing Meadows

Ponto final na carreira de Kim Clijsters. Um nome que vai ficar para a história da modalidade ao lado de tenistas como Steffi Graf ou Monica Seles, os seus ídolos.

Com três títulos no US Open, em 2005, 2009 e 2010, nada mais lógico do que pôr um termo à carreira ná última prova do Grand Slam. Ocasião para dizer adeus não só à competição mas também a um público que sempre a apoiou.

A belga, ex-número 1 mundial disputou apenas seis torneios esta época devido a uma série de lesões. Em conferência de imprensa, Clijsters não escondeu o orgulho da carreira que realizou.

“Foi uma aventura incrível. O ténis permitiu-me realizar muitos sonhos. Quando era pequenina, punham-me raquetes na árvore de Natal e os equipamentos de Steffi Graf ou de Monica Seles e eu queria levá-los para a cama porque ficava muito excitada. Não é apenas no ténis que eu penso neste momento, é na vida. Aconteceram muitas coisas nestes últimos 15 anos em que tenho estado a competir. Consigo olhar para trás e sentir-me muito contente com os progressos que fiz.”

Com apenas 29 anos e 41 títulos conquistados, Kim Clijsters até parecia pronta para continuar a pisar os courts por mais algumas épocas, mas as lesões e sobretudo a sua filha de quatro anos falaram mais alto.

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