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Romney ataca a economia de Obama

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Romney ataca a economia de Obama

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A Convenção Republicana, como se esperava, confirmou Mitt Romney como candidato à Casa Branca. Será ele que vai defrontar Barack Obama, em Novembro.

O programa eleitoral também foi aqui sufragado. E a grande linha de ataque será a economia.

Romney vai dizer aos americanos que estão a viver pior. Vai dizer-lhes que Obama foi uma deceção:

“Hoje, chegou o momento de virar a página. Hoje, é tempo de deixarmos para trás as deceções, dos últimos quatro anos, para pôr de lado a desunião e as recriminações, esquecer o que poderia ter sido e olhar para frente, para o que pode ser”.

O custo de vida aumentou, o emprego baixou e o rendimento familiar caíu, disse o candidato:

“Esta economia de Obama esmagou a classe média. O rendimento familiar caiu, em média, 4000 dólares. Os prémios de seguros de saúde são mais caros, os preços dos alimentos são mais caros, os serviços públicos são mais caros, os preços da gasolina são o dobro. Hoje, os americanos estão mais pobres, que antes. Quase um em cada seis americanos está a viver na pobreza. Olhemos à nossa volta, eles não são desconhecidos. São os nossos irmãos e irmãs, são os nossos amigos americanos. Estas políticas não ajudaram a criar emprego, estamos em depressão”.

A jogar em casa, o candidato viveu momentos de festa. A parte mais dura da campanha vai agora começar. Sobretudo, entre os setores da sociedade onde a popularidade de Romney é escassa, como diz o enviado da euronews, Stefan Grobe:

“Para muitos republicanos que se deslocaram a Tampa, Mitt Romney é a grande esperança, para vencer a corrrida à Casa Branca. As sondagens indicam que ele reúne um apoio inferior a um terço dos hispânicos e, praticamente, não tem preferências, entres os afro-americanos.
Por isso, Romney terá, agora, de fazer incursões nestas minorias. E essa é uma batalha difícil”.