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O grego Stavros Lambrinidis, 50 anos, político de centro-esquerda, promete ser um guardião, um facilitador e a voz por trás de um número de telefone quando se trata de defender os direitos humanos.

No primeiro dia no cargo, o novo representante especial da UE para os direitos humanos apresentou a sua agenda ao Parlamento Europeu, em Bruxelas.

“Vou focar a minha atenção nas situações de crise, como é óbvio, mas vou também trabalhar para tornar mais eficientes todos os instrumentos à nossa disposição no sentido da prevenir violações dos direitos humanos, antes de se chegar a uma situação de crise”, disse Stavros Lambrinidis.

Uma das situações agudas é a Síria, onde o conflito causou a morte a pelo menos 25 mil pessoas. Organizações da sociedade civil como a Human Rights Watch (HRW) esperam que Stavros Lambrinidis convença os 27 da União a apoiarem o julgamento, pelo Tribunal Penal Internacional, dos crimes contra a humanidade na Síria.

“A China e a Rússia só mudarão de posição no conselho de segurança das Nações Unidas se houver uma verdadeira coligação que apoie esse julgamento. Recomendo fortemente que, logo que consiga convencer os 27 da União Europeia a agirem em conjunto neste sentido, o representante especial se dirija a outros parceiros do Tribunal Penal Internacional: desde os países no sul da África, aos da América Latina e também os da região do Médio Oriente”, disse Lotte Leicht, directora do departamento para a União Europeia da HRW.

O primeiro representante especial da UE para os direitos humanos “iniciou o mandato de dois anos sem ter sido divulgado o orçamento para a sua equipa, que terá apenas dois elementos”, realça a corresponente da euronews em Bruxelas, Isabel Marques da Silva.

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