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Números do emprego dificultam início da campanha de Obama

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Números do emprego dificultam início da campanha de Obama

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Foi um despertar difícil para Barack Obama, depois da convenção democrata que o investiu outra vez como candidato à presidência.

Os números sobre o emprego anunciados esta manhã, nos Estados Unidos, ficaram aquém das expectativas. Obama é obrigado a redobrar os esforços para tentar convencer que a mudança só é possível com ele:

“Sabemos que não é suficiente. Precisamos de criar mais empregos rapidamente. Temos que sair rapidamente do buraco criado por esta recessão. Temos que sair desta crise mais fortes do que entrámos”, afirmou.

Obama lembra que há 30 meses consecutivos que se criam empregos nos Estados Unidos e que o país perdia 800 mil postos de trabalho por mês quando ele assumiu o cargo de presidente.

Mas o candidato republicano, Mitt Romney, não perdeu a oportunidade para repetir aos americanos:

“Não há quase nada que o presidente tenha feito nos últimos três anos e meio que dê confiança ao povo americano de que ele sabe o que está a fazer em matéria de emprego ou de economia. E não há certamente nada que tenha dito ontem à noite que dê confiança aos americanos de que vai criar empregos ou tornar a economia mais forte”.

A dois meses da eleição os dois candidatos estão praticamente empatados nas sondagens, mas Romney tem a vantagem de não estar a ser julgado pelos eleitores.