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Rússia quer transição política na Síria mas "sem sanções"

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Rússia quer transição política na Síria mas "sem sanções"

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Os países membros do fórum de cooperação económica Ásia-Pacífico (APEC) reuniram-se hoje em Vladivostock para lançar um alerta sobre a situação económica global.

Um debate ensombrado, no entanto, pelas divisões diplomáticas entre Estados Unidos, Rússia e China sobre a situação na Síria.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, anunciou que vai submeter ao Conselho de Segurança da ONU, no final de setembro, o chamado “acordo de Genebra” sobre uma transição política na Síria.

“Nós não apoiamos qualquer sanção contra a Síria pois tratam-se de medidas sem resultados. Nós não temos interesses comerciais na Síria, a escala da nossa cooperação económica e comercial é bastante inferior à dos nossos parceiros ocidentais, em especial os europeus”, afirmou Lavrov.

O chamado “acordo de Genebra”, apoiado também pela China, não faz qualquer referência à demissão de Bashar al-Assad.

A responsável diplomática norte-americana, Hillary Clinton, afirmou já que qualquer resolução da ONU sobre a Síria deverá incluir sanções em caso de violação dos acordos.

O debate em Vladivostock coincide com o “consenso” dos ministros dos Negócios Estrangeiros europeus, reunidos no Chipre, de adotar novas sanções contra o regime de Bashar al-Assad.