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Holandeses divididos no dia da ida às urnas

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Holandeses divididos no dia da ida às urnas

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Os holandeses vão às urnas para escolher um governo que dê um rumo ao país numa altura de profunda divisão nacional e partidária.

O eleitorado surge dividido entre o partido trabalhista de Diederik Samsom – que apela à coesão social na União Europeia e à solidariedade no espaço do euro – e o partido liberal do actual primeiro-ministro Mark Rutte, que já não esconde o seu eurocepticismo e a posição conservadora sobre os planos de socorro na zona euro.

“Os holandeses e particularmente Rutte, sempre empurraram Merkel para a direita, mas o jogo pode mudar depois das elieções mas não muito, porque se Samson o holandês não está a ficar como Hollande, aproximamo-nos mais de Merkel.”

Em plena crise, a participação da Holanda na zona euro foi o tema da campanha Wilders que apelou abertamente à saída do país da UE.

Os dois maiores partidos terão de qualquer forma de formar coligações com partidos menores para conseguir maioria absoluta, visto que as sondagens apenas lhes concedem a cada um cerca de 32 a 35 dos 150 deputados.

Em alternativa também podem ser obrigados a formar governo de grande coligação, como ocorreu na Alemanha na legislatura passada.