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Morsi condena a violência no Egito mas repudia também "a blasfémia contra o Profeta"

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Morsi condena a violência no Egito mas repudia também "a blasfémia contra o Profeta"

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A turbulência no Cairo apanhou o presidente egípcio Mohamed Morsi em plena visita a Bruxelas, na primeira ronda europeia desde que foi eleito em junho.

Morsi assegurou que não vai tolerar mais ataques a embaixadas no seu país, realçando que apoia protestos pacíficos, mas não episódios desta natureza. Isso mesmo terá já comunicado a Barack Obama, naquele que é um primeiro teste à solidez das relações entre ambos os países, nesta nova era política.

Mas a posição do chefe de Estado egípcio é de compromisso. Por um lado, declarou, “constata-se no mundo árabe e muçulmano um sentimento de cólera em relação a um filme que é uma blasfémia contra Maomé e, por isso, fortemente condenável.” Por outro, contrapôs, há que condenar também os responsáveis por “atos ou slogans que incitem à desordem.”

Por último, deixou um propósito aglomerante, afirmando que “todos os egípcios rejeitam qualquer insulto ao Profeta.”