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Protestos contra filme anti-Islão sobem de tom

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Protestos contra filme anti-Islão sobem de tom

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Os protestos contra o filme que provocou a ira do mundo muçulmano multiplicam-se e sobem de tom.

Na capital do Iémen, pelo menos uma pessoa morreu e cinco outras ficaram feridas em confrontos com as forças de segurança. A polícia iemenita interveio depois de milhares de manifestantes terem invadido o perímetro da embaixada dos Estados Unidos, pegando fogo a várias viaturas diplomáticas.

No Cairo, continuam também os confrontos entre manifestantes e as forças de segurança nos arredores da representação diplomática norte-americana.

O presidente egípcio, Mohamed Morsi, condenou o filme de baixo custo realizado por um promotor imobiliário norte-americano de origem israelita, mas rejeitou a violência na capital.

A Irmandade Muçulmana apelou a manifestações esta sexta-feira em todo o país contra a película difundida na internet.

Na cidade iraquiana de Najaf, centenas de apoiantes de Moqtada al-Sadr manifestaram-se com palavras de ordem contra os Estados Unidos e Israel. O influente líder xiita pediu, em comunicado, ao governo de Bagdade que proíba a entrada de cidadãos norte-americanos no território.

Os protestos tiveram eco noutros países, como o Irão, a Tunísia, o Sudão ou Marrocos.