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Fortes reticências à fusão BAE Systems-EADS

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Fortes reticências à fusão BAE Systems-EADS

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O projeto de fusão da BAE Systems e da EADS fez levantar uma série de obstáculos políticos. O consórcio aeronáutico europeu e o grupo britânico de defesa precisam da luz verde de Paris, Berlim e Londres para avançar com o negócio de 49 mil milhões de euros.

Para levar a cabo a fusão, a EADS está pronta a fazer concessões aos três governos europeus. Na Alemanha teme-se, entre outros, a perda de influência no futuro grupo. O Reino Unido pede garantias quanto ao emprego e o programa de submarinos nucleares Trident.

Há também reticências por parte dos Estados Unidos, que veem na fusão uma ameaça à segurança de informações militares sensíveis.