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China e Japão em guerra comercial

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China e Japão em guerra comercial

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Cresce a tensão entre a China e o Japão, na disputa pela soberania das ilhas Senkaku, como lhes chamam os japoneses, ou Diaoyu, na versão chinesa.
 
À guerra de palavras, segue-se agora a batalha económica, com troca de retaliações que podem abalar as relações, entre a segunda e a terceira potências económicas mundiais.
 
As manifestações sucedem-se em Pequim, Tóquio e também Taiwan.
 
As ilhas situam-se no mar oriental da China, uma zona agora patrulhada mais intensamente, pela marinha chinesa.
 
As posições dos dois lados parecem irredutíveis.
 
Pequim diz mesmo que as ilhas são chinesas, desde a dinastia Ming que gorvernou a China Imperial, entre 1368 e 1644.
 
Entretanto, a Toyota, a Sony e a Uniqlo, entre muitas outras empresas nipónicas,  reduziram as suas atividades na China.
 
O caso pode estender-se a outros países. Por exemplo, à França. A Nissan é detida em 43.4 por cento, pela francesa Renault. E, neste momento, já estão encerradas duas, das três fábricas que a Nissan tem em território chinês.
 
Pequim responde e diz que a economia japonesa não é impune à retaliação chinesa.
 
Tóquio admite levar o diferendo às Nações Unidas.