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Diferendo sino-japonês pode ter consequências comerciais

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Diferendo sino-japonês pode ter consequências comerciais

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As primeiras consequências do diferendo que opõe a China e o Japão, podem ser económicas. Sobretudo, comerciais.

Esta terça-feira, dia do aniversário da invasão japonesa de 1931, milhares de pesssoas continuaram a manifestar-se, em frente da embaixada nipónica, em Pequim.

Uma especialista de um banco francês, diz que o conflito não vai afetar o mercado de capitais:

“Acho que as reações do mercado de capitais, como nas ações japonesas, será insignificante . Mas poderá ter um impacto maior, em termos de comércio internacional”.

Os dois países mantém um conflito sobre a soberania de umas pequenas ilhas a que os japoneses chamam de Senkaku e os chineses de Diaoyu.

Por causa disso, o Japão mandou encerrar as suas fábricas, na China.

Mas um dia, serão reabertas, confia um analista económico:

“Seria bom para o Japão continuar a instalar fábricas na China, para sustentar a procura potencial, que é benéfica para o Japão. Eu acho que, a médio e longo prazo, o Japão vai tentar aproveitar todas as oportunidades, para expandir o mercado para a China, novamente”.

Mas o caso pode mudar de figura. Os dois países estão a enviar barcos para o mar da China Oriental, para as imediações da arquipélago.

E um rastilho, pode incendiar definitivamente as relaçõe sino-nipónicas.