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Estados Unidos voltam a pedir calma à China e ao Japão

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Estados Unidos voltam a pedir calma à China e ao Japão

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Enquanto Pequim e Tóquio continuam a trocar argumentos sobre a posse das ilhas Senkaku ou Diayo, as manifestações continuam, apesar dos repetidos apelos à calma feitos pelos Estados Unidos

Esta quarta-feira, a polícia teve de afastar alguns ânimos mais exaltados, das imediações da embaixada do Japão, em Pequim.

Aquela representação diplomática voltou a ser o objectivo dos manifestantes.

De passagem por Pequim, o secretário norte- americano da Defesa, Leon Panetta, fez um apelo à calma e à concertação:

O ministro da Defesa Chinês aproveitou para reafirmar os argumentos de Pequim:

“Nesta questão das ilhas Diayo, em primeiro lugar, quero deixar bem claro que as ilhas são parte integrante do território chinês, desde há muito tempo e temos suficientes evidências históricas e legais que suportam este ponto de vista”.

Mas podemos estar perante um divórcio a três. Além da China e do Japão, Taiwan, discretamente, também reclama a soberania das três ilhas.

E, de facto, o arquipélago está mais perto do seu território. São apenas 200 quilómetros.

Entretanto, em Hong Kong, um cidadão chinês agrediu um casal de turistas japoneses. O agressor já foi detido.