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Cartoons e filme anti-islâmico estimulam vaga de protestos no mundo muçulmano

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Cartoons e filme anti-islâmico estimulam vaga de protestos no mundo muçulmano

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Por todo o mundo, os cartoons que satirizam o profeta Maomé na revista francesa “Charlie Hebdo”, estimulam as mensagens de ódio contra os princípios ocidentais.

Em Teerão, dezenas de estudantes e clérigos concentraram-se às portas da embaixada de França, entre cânticos inflamados de “Morte à França” ou “Abaixo os Estados Unidos”.

O calor das emoções passou literalmente das palavras aos atos, até porque se avolumou a revolta desencadeada por um filme anti-islâmico independente produzido nos Estados Unidos.

O cenário periclitante também é visível na Tunísia, onde as autoridades gaulesas encerraram missões diplomáticas e, até segunda-feira, várias escolas francófonas.

As ruas de Lahore, Peshawar e da capital paquistanesa converteram-se num verdadeiro campo de batalha.

Em Islamabad, as autoridades tiveram de carregar sobre os manifestantes para evitar a entrada na zona onde se encontram edifícios governamentais e embaixadas.

Esta vaga de protestos a nível mundial já provocou a morte de pelo menos 30 pessoas, entre elas o embaixador norte-americano na Líbia, Christopher Stevens. França poderá ser o próximo alvo.