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Regresso da violência à Africa do Sul faz dois mortos

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Regresso da violência à Africa do Sul faz dois mortos

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Depois de resolvido o problema laboral na mina de Marikana, outros mineiros de outras regiões da Ágfrica do Sul, entraram em greve, sob forte repressão policial.

Em Rustenburg, segundo a imprensa britânica, já houve dois mortos, nos confrontos entre mineiros e a polícia.

Um dos mortos, segundo o “The Independent”, terá sido a conselheira local do Congresso Nacional Africano, o partido do poder.

O jornal diz que Paulina Masuhlo foi baleada numa perna e no abdómen, acabando por falecer, no hospital.

As relações laborais estão mais agressivas, como diz um especialista do Standard Bank.

“As relações entre empregados e empregadores terão de ser revistas e, neste contexto, não apenas o compromisso entre acionistas, capital e trabalhores, mas também entre os diversos níveis de trabalho, as hierarquias. E eu suspeito que, na África do Sul, com noutras partes do mundo, essas relações estão mais agressivas, pela desigualdade das políticas redistributivas, pela forma como são calculados os rendimentos dos empregados”.

Em Marikana, depois de seis semanas de greve, tudo correu de forma pacífica. A empresa diz que, até ao fim da manhã, 77 por cento dos 28 mil funcionários já tinha picado o ponto.

O dia foi ocupado com a inspeção das galerias e os exames médicos.