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Paquistão: "dia de amor ao profeta" não trava violência

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Paquistão: "dia de amor ao profeta" não trava violência

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Nem o “Dia de amor ao profeta”, decretado pelo Governo, travou a violência no Paquistão.

Dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se em várias cidades contra o filme americano anti-Islão.

Pelo menos 14 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas esta sexta-feira nos confrontos com as forças de segurança. Entre as vítimas há um polícia.

Os Estados Unidos compraram espaços publicitários nas televisões paquistanesas para difundir mensagens como esta, proferida pelo presidente Barack Obama: “Desde a nossa fundação, os Estados Unidos têm sido uma nação que respeita todas as fés. Rejeitamos todos os esforços para denegrir as crenças religiosas dos outros, mas não há qualquer tipo de justificação para este tipo de violência sem sentido. Nenhum!”

O primeiro-ministro paquistanês ordenou a suspensão do YouTube no país, para que o vídeo que está na origem dos protestos não possa ser visto.

Tal como em Karachi, em Peshawar, foram incendiados dois cinemas.

As forças de segurança estiveram em alerta na capital do Paquistão. Foram erguidas barreiras para evitar quaisquer problemas junto ao enclave diplomático, onde estão instaladas as embaixadas dos Estados Unidos e da França.