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Filme anti-islâmico inflama protestos violentos apenas no Paquistão

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Filme anti-islâmico inflama protestos violentos apenas no Paquistão

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O mundo árabe reagiu com mais calma do que esperado ao filme anti-muçulmano produzidos nos Estados Unidos.

A sexta-feira de oração foi marcada por protestos em países como o Iraque, Afeganistão, Iémen, Bangladesh e Indonésia, que decorreram sem incidentes.

No Paquistão, no entanto, a difusão do filme parece ter reacendido a revolta dos meios islamitas contra os Estados Unidos.

Pelo menos 17 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas depois dos protestos terem degenerado em confrontos com a polícia em várias cidades do país.

“Tanto o filme sobre o profeta Maomé como as caricaturas são maliciosas e deliberadamente provocadoras. Como recordou a alta comissária para os direitos humanos da ONU, as pessoas têm o direito de protestar, mas sempre que seja de forma pacífica”.

Várias embaixadas estrangeiras nos países árabes tinham decidido ontem fechar as portas, como medida de prevenção. Em Karachi, centenas de milhares de pessoas, tentaram, sem sucesso, penetrar no bairro diplomático da cidade.

Os confrontos mais violentos registaram-se em Peshawar, e em Karachi, onde os manifestantes vandalizaram vários cinemas e estabelecimentos comerciais.