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Washington tenta evitar que protestos afetem relações com Islamabad

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Washington tenta evitar que protestos afetem relações com Islamabad

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Os Estados Unidos querem evitar que os protestos no mundo árabe afetem as relações do país com alguns aliados-chave como o Paquistão.

Reunida com a sua homóloga paquistanesa em Washington, num novo esforço para dissipar divisões, Hillary Clinton reafirmou a posição da Casa Branca sobre a crise atual.

“Não há qualquer justificação para a violência. Consideramos que o vídeo que está na base desta série de acontecimentos, é ofensivo e repreensível. Mas isto não deve servir como uma justificação para a violência”, afirmou Clinton.

Os esforços para conter a vaga de protestos coincidem com a abertura de uma investigação ao assassínio do embaixador norte-americano em Bengazi, na Líbia, no passado dia 11 de setembro. Um crime que Washington está a investigar como um “ataque terrorista”.

A ex-secretária de estado norte-americana, Madeleine Albright, afirma que a vaga de protestos não revela “um sentimento anti-americano, mas sim uma ignorância total sobre a forma como as pessoas que vivem nestes países não têm acesso, por exemplo, a um posto de trabalho, e são ao mesmo tempo manipuladas para odiar alguém”.

Os protestos não parecem, para já, perturbar os esforços de reconciliação entre Paquistão e Estados Unidos, que prometeram perseguir a cooperação anti-terrorista para garantir a segurança dos dois países.