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Enviados da UE à Ucrânia realçam necessidade de reformas

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Enviados da UE à Ucrânia realçam necessidade de reformas

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A pena de prisão de sete anos a que foi condenada a ex-primeira-ministra da Ucrânia, Julia Timoshenko, é um dos exemplos da perseguição política naquele país, de acordo com a União Europeia.

Bruxelas enviou, nos últimos três meses, uma missão para avaliar a situação política da Ucrânia, que irá a votos a 28 de Outubro.

Na avaliação final, os emissários consideram essencial uma reforma do regime.

“É necessário mudar as leis, reformar o sistema judicial. E, claro, o regime tem de solucionar o difícil problema político que são as penas de prisão que Julia Timoshenko e Yuriy Lutsenko estão a cumprir. A situação em países como a Ucrânia não é comparável à de outros, como a Polónia por exemplo. A Ucrânia esteve 70 anos sob o regime soviético e isso significa que precisa de reformas muito profundas. Algo que exige muito tempo e esforço a nível do governo e do parlamento”, disse um dos enviados, Alexander Kwasniewski, ex-presidente da Polónia.

Devido a esta perseguição dos opositores, a União Europeia congelou um futuro acordo de livre comércio com a Ucrânia.