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UE testa ataque cibernético em larga escala, incluindo bancos

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UE testa ataque cibernético em larga escala, incluindo bancos

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Cerca de 400 informáticos de bancos, empresas, governos e instituições da União Europeia enfrentaram, esta quinta-feira, mais de 1.200 ataques cibernéticos.

Operações criminosas que podem danificar serviços via Internet e bases de dados em computadores. A boa notícia é que é apenas um exercício de simulação. A coordenar a resposta ao ataque esteve uma equipa de peritos, sediada em Bruxelas

“Por enquanto, os ataques que temos visto um pouco por todo o mundo não foram de grande impacto. Poderíamos imaginar ataques maiores que seriam bem mais difíceis de grir e essa é uma das razões para este exercício: treinar como responder a um ataque em grande escala”, disse à euronews Krzysztof Socha, da Equipa Europeia de Resposta a Emergências Informáticas.

Os ataques cibernéticos aumentaram 36% em 2011 e grande parte têm como alvo instituições financeiras.

A Alta Representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança e a Comisão Europeia estão a preparar uma Estratégia de Segurança Cibernética.

“A Estratégia será publicada até o final deste ano e a Comissão Europeia vai, também, criar nova legislação neste campo. Mas o que está em jogo é a necessidade de uma abordagem comum, porque as fronteiras não fazem diferença neste crime”, disse Neelie Kroes, comissária europeia para a Agenda Digital.

A atual lei comunitária exige apenas às empresas de comunicações eletrónicas que relatem incidentes de segurança e tenham práticas de gestão de risco. No futuro, a lei deverá abranger operadores de serviços financeiros, transportes, energia, saúde, comércio eletrónico e redes sociais.