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Banco Mundial baixa previsões para China e Rússia

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Banco Mundial baixa previsões para China e Rússia

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O Banco Mundial baixa as previsões de crescimento para a Rússia e a China.

No caso de Pequim, a instituição evoca uma desaceleração significativa que poderá acentuar-se, com a hesitação do governo em relançar a economia, tendo em conta a próxima mudança na hierarquia do Estado. O governo tem procurado conter a inflação, para dinamizar o consumo interno, após a queda das exportações para os mercados europeu e norte-americano.

Segundo o Banco Mundial, a China vai crescer este ano 7,7%, contra 8,2% previstos em maio.
Para o próximo ano estão previstos 8,1%.

Já no caso da Rússia, a instituição baixou as previsões em quatro décimas para 3,5% este ano.
Para 2013, fala de 3,6%.

A nona economia mundial enfrenta uma subida da inflação e deverá registar o menor crescimento numa década e meia, apesar dos elevados preços do petróleo, o principal setor de exportação.

As contas públicas russas mantêm-se fortes, diz o Banco Mundial, mas cada vez mais dependentes do dinheiro do petróleo, sobretudo, após a subida de 29% da despesa com o regresso de Vladimir Putin ao Kremlin.