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FMI baixa estimativas da economia mundial

Depois do Banco Mundial foi a vez do Fundo Monetário Internacional (FMI) baixar as previsões de crescimento para a economia mundial. É o segundo corte nas estimativas desde abril, face à escalada da crise da dívida na Europa e o impasse nas negociações orçamentais nos Estados Unidos.

O diretor do departamento de pesquisa do FMI, Olivier Blanchard, explica que nas “economias desenvolvidas, o crescimento é agora muito baixo para reduzir de forma substancial o desemprego. E nas grandes economias emergentes, o crescimento, que tinha sido forte, também diminuiu.”

Segundo o FMI, a economia mundial vai crescer este ano 3,3%, contra 3,5% previstos em julho. O PIB norte-americano vai progredir 2,2%. Na zona euro a contração será superior ao previsto, rondando 0,4%.

Afetado será também o crescimento das grandes economias como a alemã e a francesa, que deverá quase estagnar.

A instituição internacional defende que resolver a crise europeia deve ser a prioridade, mas deverá levar muitos anos e passar por avanços na união bancária e fiscal. O FMI aconselha o BCE a baixar mais as taxas de juro e fornecer liquidez aos bancos.

A Espanha é vista como um risco, tendo em conta a saúde das contas públicas e o desemprego extremamente elevado.

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