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Lagarde e Schauble: duas visões para a crise

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Lagarde e Schauble: duas visões para a crise

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Na fotografia pouco ou nada mudou, mas as divergências entre a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional e o ministro das Finanças alemão aumentam de dia para dia.

Wolgang Schauble diz que não há alternativa à redução a médio prazo das dívidas dos Estados da zona euro, rejeitando, o prazo suplementar de dois anos para a Grécia defendido por Christine Lagarde

“Estamos a perder o ímpeto para implementar as reformas acordadas, para progredir em áreas que ainda não foram tidas em conta e não estamos a cumprir a agenda” afirma Lagarde.

O apelo à cooperação dominou o arranque da reunião anual do FMI e do Banco Mundial, em Tóquio. Nas ruas, ouviram-se as vozes da contestação. Os manifestantes acusam o Fundo Monetário Internacional de ajudar os bancos e não as pessoas.

“Dizem estar a lutar contra a pobreza, mas não me parecem que estejam a fazer progressos. Creio que são, acima da tudo, o problema” afirma um jovem.

No encontro participam governadores dos bancos centrais e ministros da Economia e Finanças de cerca de 200 países.