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Nobel da Paz: ativistas russas estranham escolha da UE

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Nobel da Paz: ativistas russas estranham escolha da UE

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Lyudmila Alexeyeva e Svetlana Gannushkina criticam a escolha da União Europeia para o Prémio Nobel de 2012. As duas ativistas russas dos Direitos Humanos – ambas vistas como sérias candidatas ao galardão – denunciam uma “decisão estranha”. A ex-dissidente soviética Lyudmila Alexeyeva considera que o prémio “não terá influência nas políticas futuras” do bloco comunitário.

Gannushkina diz que “a União Europeia é uma enorme estrutura governamental e burocrática e não é claro como pode ser personificada. Mas espero que isto sirva de estímulo para a União Europeia (…), para a rejuvenescer e fazer voltar ao espírito combativo na defesa dos valores humanos, não apenas no seu território, mas em todo o mundo”.

Gannushkina, membro do conselho diretivo da ONG russa Memorial já tinha sido dada como favorita para o Nobel da Paz de 2010. Alexeyeva, fundadora do Grupo Helsínquia de Moscovo, era considerada uma das sérias favoritas este ano.