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Mali e críticas a Kinshasa na abertura da Cimeira da Francofonia

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Mali e críticas a Kinshasa na abertura da Cimeira da Francofonia

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Teve início este sábado, em Kinshasa, a décima quarta Cimeira da Francofonia, que reúne na capital da República Democrática do Congo, quinze chefes de Estado e delegações de 75 países de língua francesa.

O presidente francês sublinhou que a democracia e os Direitos Humanos são uma das prioridades da francofonia.

François Hollande fez referência à situação no Kivu Norte, onde o exército congolês combate rebeldes que, de acordo com a ONU, são apoiados pelo Ruanda.

Hollande quis ainda “dirigir a atenção dos francófonos para a situação no Mali, país de língua francesa no norte do qual se instalou o terrorismo. Devemos reafirmar a nossa determinação, uma vez mais, a lutar contra o terrorismo e a garantir ao Mali a integridade do seu território”.

O Mali, com o Norte há seis meses sob o controlo de grupos radicais islâmicos, é um dos temas centrais da cimeira.

O encontro, rodeado de fortes medidas de segurança, deverá ser aproveitado pela oposição congolesa para contestar o regime de Joseph Kabila.

Na passada terça-feira, Hollande classificava a situação na República Democrática do Congo como “inaceitável no plano dos Direitos Humanos, da democracia e do reconhecimento da oposição”.