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Dez anos à espera do responsável pela maré negra do "Prestige"


Espanha

Dez anos à espera do responsável pela maré negra do "Prestige"

Quem é o responsável pela maré negra provocada pelo naufrágio do petroleiro “Prestige” em 2002?

A justiça espanhola tenta, a partir de hoje, responder à questão que motivou uma vaga de protestos há 10 anos atrás.

Durante os próximos meses, quatro homens vão sentar-se no banco dos réus, entre os quais o comandante do navio e o ex-responsável da marinha mercante espanhola.

O grego Apostolos Moguras, o ex-capitão da embarcação, incorre numa pena de até 12 anos de prisão.

Cerca de 130 testemunhas deverão comparecer em tribunal para apurar se a maré negra foi responsabilidade da tripulação ou das autoridades espanholas que exigiram que a embarcação se afastasse da costa, aumentando o risco de um naufrágio.

Os pescadores e as autoridades galegas exigem mais de dois mil milhões de euros em indemnizações dos armadores do navio.

A maré negra do Prestige causou danos na costa calculados em quase quatro mil milhões de euros, prejudicando a pesca local e a fauna animal.

Uma catástrofe ambiental marcada, na época, pela recusa do então vice-presidente do governo, Mariano Rajoy, em reconhecer a existência de uma maré negra.

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