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Líbia: O outono árabe, 1 ano após Kadhafi

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Líbia: O outono árabe, 1 ano após Kadhafi

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Um ano após a morte de Kadhafi, a Líbia é um exemplo de como a Primavera, rapidamente virou Outono Árabe.

As forças de segurança estão dependentes das antigas milícias rebeldes, que formam hoje uma espécie de exército oficioso/informal do país, com diferentes fações e tribos que, por sua vez, lutam entre si, agravando o problema da segurança.

Um relatório da Human Rights Watch sustenta que Muammar Kadhafi foi capturado vivo, torturado e executado pelos rebeldes, dando assim razão aos advogados da família do ex-ditador que exigem ver os responsáveis sentados no banco dos réus.

A Líbia está mais dividida do que nunca e o espectro de Kadhafi contínua bem presente. Exemplo: Combates sangrentos prosseguem no antigo bastião de Bani Walid

O próprio presidente do Parlamento, Muhammad Megaryef admitiu este sábado que “a campanha para libertar o país ainda não está terminada”, apontando o exemplo de Bani Walid.

O homem que dirige, de facto, a Líbia alertou que os atrasos na reforma da justiça estão a contribuir “para o caos, a corrupção” no Estado e a prejudicar a reconciliação nacional.

Berço da revolução, Bengasi pensa hoje na independência a sustentar graças ao petróleo.