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Líbano: Exército tenta restabelecer a calma

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Líbano: Exército tenta restabelecer a calma

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O exército libanês está nas ruas a tentar pôr um ponto final no caos que reina pelo país depois do assassinato, na sexta-feira, duma alta patente dos serviços secretos.

A morte do general Wissam al-Hassan, um sunita, próximo da oposição e fervoroso militante anti-Síria, provocou a raiva dos sunitas e, só na noite passada, pelo menos três pessoas acabaram por morrer em resultado de confrontos um pouco por todo o Líbano.

Nas ruas, as pessoas afirmam que se chegou “a um ponto” em que os “direitos estão a ser violados” e que é preciso dizer “basta” e exigir um equilíbrio entre as diferentes fações.

Tripoli está a ferro e fogo com os sunitas a revoltarem-se contra um governo pro-sírio de que faz parte o Hezbollah, braço direito de Damasco no Líbano.

O fantasma da guerra civil volta a pairar sobre Beirute, muito por causa do eternizar do conflito na vizinha Síria.

Os sunitas afirmam estar a ser perseguidos pelos xiitas. “Estão a matar-nos”, acusam, criticando a falta de apoio por parte do Estado.

Numa curta declaração, exército libanês afirmou que está a tomar “medidas decisivas” para restabelecer a calma e a tranquilidade no país