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Estados indecisos mais decisivos que nunca para Obama e Romney

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Estados indecisos mais decisivos que nunca para Obama e Romney

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Cada voto conta, para tentar desempatar os dois rivais às presidenciais norte-americanas, em especial nos “swing states”, os estados decisivos para o escrutínio de 6 de novembro.

Uma batalha cerrada que Romney espera vencer graças ao tema da economia, com um grande discurso sobre o assunto, previsto para o Ohio, na sexta-feira.

Em Reno, no Nevada, o republicano voltou a martelar que Obama não tem propostas para combater a crise:

“A campanha de Obama está a resvalar e a encolher. O presidente não parece ter um programa para ajudar as famílias americanas. A nossa campanha é um movimento crescente ao longo do país onde as pessoas reconhecem que vamos construir um futuro melhor para todas as famílias neste grande país. Estamos cada vez mais unidos com mais poder e mais energia. Conto convosco, preciso do vosso voto”.

Obama, por seu lado, iniciou esta quarta-feira uma maratona de 40 horas em oito dos estados decisivos.

Depois do Iowa e antes de viajar também ao Nevada, o democrata esteve em Denver, no Colorado, para voltar a falar de “Romnesia”, afirmando que as propostas de Romney são as mesmas que “levaram o país à grande depressão dos anos 20”.

“E eu vou parar em Chicago para votar antes de terminar o meu dia de 48 horas. Não posso dizer em quem é que vou votar porque o voto é secreto. Mas a Michelle disse-me que votou em mim, pelo menos foi isso que disse”.

Num comentário “off the record”, Obama revelou que pretende reformar a lei da imigração e chegar a um acordo para reduzir o défice do país nos primeiros 12 meses de mandato.

Uma “piscadela de olho” ao eleitorado latino, abalado pela proposta dos republicanos de endurecer a lei da imigração.