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PSA Peugeot Citroen aceita renegociar despedimentos coletivos

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PSA Peugeot Citroen aceita renegociar despedimentos coletivos

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O grupo PSA Peugeot Citroen está disposto a renegociar o plano de despedimentos coletivos previsto. Para os sindicatos, é uma primeira boa notícia, saída da reunião, em Paris, com a direção.

Em julho, o segundo fabricante europeu de automóveis tinha anunciado o despedimento de oito mil pessoas e o encerramento de uma fábrica.

“Estamos perante uma empresa rígida, uma direção que não abre mão de nada, que não quer negociar nada. Mas hoje, graças à unidade e à mobilização dos empregados, conseguimos fazê-la recuar. Hoje estamos muito contentes, marcámos um primeiro grande ponto”, congratula-se o sindicalista Jean-Pierre Mercier.

Um primeiro ponto que significa que as condições de despedimento de cada empregado serão negociadas previamente e que será estabelecido um calendário para estudar indemnizações e planos de formação.

Mas, mo essencial, a restruturação da empresa vai continuar: “O fecho da fábrica de Aulnay é inevitável. Ao total, estão em causa, oito mil empregos. Mas, é claro, e dissemo-lo desde o início, damos muita importância à redução do impacto social deste plano”, garante Philippe Varin.

O diretor-executivo da PSA também explicou que o encontro, desta tarde, com os sindicatos e o ministro da Economia, sobre a restruturação do grupo se trata de uma “reunião” e não de uma “negociação”.