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Frio continua a matar na Europa

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Frio continua a matar na Europa

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Vaga de frio intenso continua a assolar a Europa Central e de Leste, com registo de algumas mortes.

Em Moscovo, os limpa-neves voltaram à rua, muito antes do que é habitual.

A capital russa ficou quase intransitável.

As temperaturas andaram abaixo dos zero graus, com cinco negativos e 100 por cento de humidade.

Mais dramática é a situação que se tem vivido em França, nos últimos dois dias. Há dois distritos em alerta amarelo, depois de um sem abrigo ter morrido em Paris.

Não suportou temperaturas de dois graus, contra os sete que constituem o valor médio, para esta altura do ano.

Já havia notícia de dois estudantes mortos e um surfista desaparecido.

No sudeste do país, mais de 50 mil pessoas estiveram privadas de electrividade, um barco encalhou e dezenas de automobilistas ficaram bloqueados.

O jogo Marselha-Lyon foi adiado.

Na Suiça, as consequências mais graves ocorreram nas auto-estradas, fustigadas por ventos fortes e neves.

O mau tempo chegou também a Veneza que ficou literalmente inundada.

A emblemática Praça de S. Marcos não escapou à fúria das águas.

A vaga de mau tempo está a dirigir-se para sul e, por essa razão, já foram levantados alguns alertas, nos Pirinéus Orientais.