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EUA: Tempestade "Sandy" intensifica guerra para as presidenciais

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EUA: Tempestade "Sandy" intensifica guerra para as presidenciais

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No rescaldo da passagem da tempestade “Sandy” pela Costa Leste dos Estados Unidos, Barack Obama candidato vestiu o papel de ainda Presidente.

Um facto incontestável, que perante gestão da crise, relegou para segundo plano o rival republicano Mitt Romney, como mero espetador.

Sem tempo a perder, o democrata Obama destacou, em Washington, o trabalho dos elementos da Cruz Vermelha e deixou um apelo: “A minha mensagem para o Governo federal: não à burocracia. É preciso arranjar recursos para onde são necessários o mais rápido possível, custe o que custar e pelo tempo necessário. Porque o processo de recuperação vai levar tempo. Tal como em Nova Jérsia, o processo de recuperação na baixa de Manhattan vai demorar bastante tempo.”

A postura de Obama conquistou elogios de Chris Christie, governador de Nova Jérsia e um dos principais aliados de Mitt Romney.

Romney que participou em ações de solidariedade e apoio às vítimas do “Sandy” no Ohio, um dos estados chave para as eleições de 6 de novembro.

“Não seremos capazes de resolver todos os problemas com o esforço desta manhã. Haverá muitas pessoas que continuarão à procura de bens, apesar de termos reunido esses bens como sabem. Mas uma das coisas que aprendi na vida é que fazemos a diferença que podemos”, disse Romney num discurso entusiasmado.

Uma diferença que pode passar, quem sabe, por uma viragem de rumo político. Para isso Romney não poupa esforços e prossegue esta quarta-feira a campanha na Florida.

O candidato irá percorrer o estado, devendo encontrar-se com com o governador Jeb Bush, irmão do ex-presidente norte-americano George W. Bush.