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Brahimi apela ao "papel ativo" da China na resolução do conflito sírio

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Brahimi apela ao "papel ativo" da China na resolução do conflito sírio

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A luta armada prossegue na Síria com raides aéreos que intensificam o sentimento de revolta dos insurgentes e tentam silenciar os protestos com recurso ao derrame de sangue.

Um dia depois da capital síria ter sido pela primeira vez bombardeada pela aviação de Bashar al-Assad, o mediador das Nações Unidas e da Liga Árabe para o conflito deslocou-se à China, um dos principais aliados de Assad, a par da Rússia.

Na capital chinesa, Lakhdar Brahimi foi recebido pelo chefe da diplomacia que “saudou os esforços” do mediador internacional.

Brahimi apelou a um “papel ativo” de Pequim na procura de um solução e tentou convencer os dirigentes a por fim ao bloqueio de qualquer projeto de resolução ocidental contra o regime de Damasco.

A China nega a defesa de Assad, mas a par da Rússia tem usado o poder de veto no Conselho de Segurança.

O jogo de forças diplomático prossegue, com avanços e recuos, como prosseguem também, no terreno, os confrontos.

O conflito já fez mais de 35 mil mortos, grande parte civis. Muitos destes opositores que perdem a vida são vítimas do armamento vendido por agentes de Assad, aos rebeldes que lutam contra o próprio regime.