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Sandy: como uma guerra mundial

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Sandy: como uma guerra mundial

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Quarenta e cinco mortos – é este para já o balanço mais dramático da passagem do furacão Sandy, pela costa leste dos Estados Unidos.

Os ventos acalmaram, mas ficaram as ruas alagadas, sobretudo, na zona norte da cidade de Nova York.

As ambulâncias continuam a transportar feridos para os hospitais, que se debatem ainda com problemas de funcionamento. Sobretudo, pela falta de eletricidade.

Na baixa da cidade há casas destruídas que deixaram milhares de pessoas sem abrigo.

O presidente da Câmara diz que, de algumas casas, só restam as fundações e as chaminés:

“Atravessei a zona de Breezy Point que foi absolutamente devastada pelos incêndios alimentados pelo vento, um fenómeno muito rápido que destruiu mais de 80 casas, na noite passada. Para descrever o que vi, tenho de me socorrer das fotos do final da II Guerra Mundial. Isto não é exagero. A área foi completamente arrasada, chaminés e fundações são tudo o que resta daquelas casas”.

O presidente Obama diz que o Sandy ainda não acabou, apesar da melhoria do estado geral do tempo.

Esta quarta-feira, o presidente visita o Estado de Nova Jersey, onde os efeitos também são devastadores.