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A batalha decisiva para unir a oposição síria

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A batalha decisiva para unir a oposição síria

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A oposição síria, reunida desde hoje no Qatar, tem quatro dias para tentar recuperar a credibilidade internacional depois de Washington ter retirado o apoio ao Conselho Nacional Sírio.

Os mais de duzentos membros do organismo deverão eleger até quinta-feira um novo líder, respondendo ao desafio lançado pela ONU (Iniciativa Nacional Síria – INS) de reunir políticos e militares dentro e fora do país em torno das principais figuras da oposição.

Para o representante da INS, Riad Seif: “temos que encontrar uma nova liderança até ao dia 8 de novembro para que possa recolher o apoio de toda comunidade internacional”.

A assembleia deverá ser alargada dos atuais 220 membros para 420, representativos de todas as fações armadas, políticas e religiosas.

Em paralelo, o chefe da diplomacia russa, Serguei Ivanov, e o negociador da ONU e da Liga Árabe, Lakhdar Brahimi, vão reunir-se este domingo no Cairo para tentar chegar a um consenso sobre o processo de transição política no país.

Moscovo opõe-se até hoje a uma resolução da ONU contra o regime de Bashar al-Assad, mas mostra-se cada vez mais recetivo a uma solução que passe por uma transição política com o apoio da oposição.