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Tudo em aberto nas presidenciais norte-americanas

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Tudo em aberto nas presidenciais norte-americanas

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Mais uma sondagem e um novo empate técnico.
Um estudo de opinião da CNN coloca os dois candidatos presidenciais norte-americanos em pé de igualdade com 49 por cento das intenções de voto.

Na reta final da campanha eleitoral Mitt Romney e Barack Obama fazem o que podem conquistar pontos em oito estados chave.

Economia e política externa são questões incontornáveis:

“Em 2008 estávamos no meio de duas guerras e mergulhados na pior crise económica desde a Grande Depressão. Hoje, as nossas empresas estão a criar cerca de cinco milhões e meio de empregos. A indústria automóvel está de novo em alta. A guerra no Iraque acabou. A do Afeganistão está a acabar. A Al-Qaeda perdeu força, Osama Bin Laden está morto. Fizemos progressos nos últimos quatro anos” afirma Obama.

Palavras proferidas no estado do Ohio e contestadas por um manifestante para supresa do candidato democrata.

Mitt Romney escapou a este tipo de incidentes na Virgínia, um estado onde, e de acordo com as sondagens, o candidato republicano não deve ter dificuldade em vencer.

“O presidente Obama prometeu mudança e isso não aconteceu. Eu não só prometo como tenho um historial que fala por si. Contribui para o renascimento Olimpíadas de inverno durante a legislatura democrata, transformei o défice do estado que governei em superavit; contribui para a redução do desemprego e redução de impostos. Estou a concorrer para presidente porque sei como mudar o rumo da nação” refere Romney.

Os norte-americanos escolhem esta terça-feira o futuro inquilino da Casa Branca.

Os dois candidatos já apelaram à participação do eleitorado numa altura em que tudo parece estar, ainda, em aberto.