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Gregos voltam às ruas

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Gregos voltam às ruas

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Os gregos encontram-se à beira da explosão social face a mais um pacote de austeridade que deverá ser aprovado amanhã juntamente com o Orçamento de Estado para 2013.

O primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, apresentou ontem as novas medidas no Parlamento, num dia que marcou o início de mais uma semana de greves e manifestações.

Este manifestante diz “é preciso resistir às medidas do governo e ao sistema”.

“É muito dificil encontrar trabalho, um trabalho decente com condições, é impossível. Trabalhar 12 horas por dia por metade do salário e correndo o risco de ser despedido de um momento para o outro, não é trabalho, trabalho forçado. Viver com 400 euros por mês com as necessidades que uma família tem e não é só a família, uma pessoa só nâo pode viver com este dinheiro”.

O Partido da Esquerda Democrática recusou-se a apoiar os aumentos de impostos e os cortes na despesa da ordem de 13,5 mil milhões de euros.

Os sindicatos do sector público e privado organizaram uma greve de 48 horas que está a paralisar o país.

Esta turista queixa-se : que não tinha meio de se deslocar ao aeroporto, que acabou por encontrar outra solução e hoje tudo mais complicado”.

No centro de Atenas as concentrações de médicos, taxistas, jornalistas, trabalhadores dos transportes públicos entre outros hoje vão engrossar os protestos.