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Passagem de testemunho à vista na China

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Passagem de testemunho à vista na China

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Uma lição. É desta forma que o Partido Comunista Chinês classifica o escândalo Bo Xilai, na véspera do início do Congresso do partido no poder.

O caso de corrupção que envolveu um dos mais importantes líderes políticos da China ameaçou fazer descarrilar o encontro que vai consagrar o vice-presidente como número um da formação.

O porta-voz do Congresso garante que uma das prioridades dos delegados é promover reformas no país. No entanto, adianta, que as reformas políticas devem ocorrer de acordo com a realidade nacional. Cai Mingzhao diz que é preciso seguir a linha traçada pelo partido e pelos dirigentes e sublinha que os mesmos não se devem deixar intimidar por distrações.

Palavras que descartam a possibilidade de um debate em torno do sistema monopartidário.

A passagem de testemunho do Presidente, e secretário-geral do partido, Hu Jintao, para o sucessor, Xi Jinping vai ter depois de ser confirmada pelo parlamento em março.

A imprensa revelou, entretanto, que a futura direção do Partido Comunista Chinês vai ser reduzida e composta por elementos mais conservadores.

A segurança foi, entretanto, reforçada em Pequim.

O Congresso estende-se até 14 de novembro.