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Presidente chinês avisa que a corrupção pode destruir a China

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Presidente chinês avisa que a corrupção pode destruir a China

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Começou o acontecimento mais importante da vida política chinesa. No Grande Palácio do Povo, no centro de Pequim, a reunião do Partido comunista chinês reune 2.270 delegados. Todos os edifícios em torno da Praça Tiananmen e as principais artérias da cidade estão com ar de festa.

Na sua intervenção de hoje, o presidente chinês, Hu Jintao, afirmou que a China alcançou «históricos sucessos» na última década, tornando-se a segunda maior economia do mundo, mas advertiu que a corrupção poderá «provocar o colapso» do Partido Comunista e do Estado.

O Presidente, que é também secretário-geral do PCC, alertou igualmente que o país está confrontado com «muitas dificuldades», afirmando que «o desenvolvimento desequilibrado, descordenado e insustentável continua a ser um grande problema».

Face à repressão do regime sobre os que procuram exprimir as suas opiniões ou denunciar os crimes do sistema governativo é em Hong Kong que as vozes se levantam contra a repressão de Pequim.

“Não existe política alguma de reformas democraticas. O que se vê é a regressão dos direitos humanos, a regressao da democracia. O que vemos é que este partido comunista procura por todos os meios suprimir os deireitos humanos e a liberdade de expressão. Nós chamamos a isto a ditadura de um partido único”.

O atual vice-presidente, Xi Jinping, deverá substituir o presidente Hu Jintao na chefia do PCC, iniciando a ascensão ao poder de uma nova geraçao de líderes. Esta poderia ser a oportunidade para a mudança, mas a fortuna acumulada de Xi Jinping é já alvo de supeita.