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SAS: O plano para sobreviver

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SAS: O plano para sobreviver

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Para sobreviver, a companhia aérea escandinava SAS vai eliminar seis mil postos de trabalho, através de despedimentos e venda de ativos. Os 9000 empregados restantes sofrerão cortes nos salários e nas pensões.

Devido à concorrência das companhias de baixo custo e aos elevados custos operacionais, a SAS não regista lucros anuais desde 2007.

O presidente executivo, Rickard Gustafson, defende: “É um programa ambicioso e exigente que vai ter impacto em todos os funcionários. Mas não há alternativa. Há muitos anos que esta empresa não tem lucros. Não pode continuar a funcionar assim. Tentamos ajustar-nos ao mercado e é isso que procuramos concretizar com este programa”.

O ministro sueco para os Mercados Financeiros, Peter Norman, acrescenta: “Com os governos dinamarquês e norueguês e sete bancos, vamos unir forças para que a SAS possa pedir dinheiro emprestado nestes tempos difíceis, com a condição de implementar um plano de reestruturação”.

Para lá da linha de crédito de 408 milhões de euros, a SAS vai vender ativos, como a companhia regional norueguesa Widereo ou a unidade Ground Handling.

Mas até domingo, tem de chegar a acordo com os sindicatos sobre os cortes nos salários, que rondam em média os 17%.