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Diferendo sobre a Grécia reacende receios sobre zona euro

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Diferendo sobre a Grécia reacende receios sobre zona euro

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A crise da dívida grega mina a união monetária há três anos e deverá continuar, devido ao diferendo entre europeus e Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os grandes credores de Atenas não se entendem sobre o nível de sustentabilidade da dívida helénica, como ficou demonstrado na reunião do euro grupo.

Os europeus defendem o novo prazo de 2022 para baixar a dívida grega para 12% do PIB. O FMI insiste na meta de 2020 e diz ser necessário um novo perdão da dívida, desta vez dos credores públicos. Uma hipótese descartada pela Alemanha e pelo Banco Central Europeu, que detém 50 mil milhões de euros em obrigações gregas.

Na ausência de um acordo, a Grécia vai continuar à espera de dinheiro e os mercados voltam a ficar nervosos em relação à zona euro.

O euro chegou a cair para mínimos de dois meses, com os investidores a apostarem na dívida alemã, considerada mais segura.