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Prisioneiros curdos põem fim à greve da fome a pedido de Ocalan

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Prisioneiros curdos põem fim à greve da fome a pedido de Ocalan

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Os prisioneiros curdos ouviram o apelo de Abdullah Ocalan e puseram fim à greve da fome, iniciada há 68 dias.

O líder do Partido dos Trabalhadores do Curdistão, PKK, tinha apelado ao fim da greve de fome de mais de um milhar de prisioneiros curdos. Um apelo veiculado pelo seu irmão, depois de uma visita à prisão.

A greve da fome foi uma forma de exigirem o fim do regime de detenção em solitária, imposto a Ocalan, que cumpre uma pena de prisão perpétua, em Imarali, uma ilha ao largo de Istambul. Os prisioneiros defendiam também o direito à língua curda.

O governo turco fez um gesto, na terça-feira, ao anunciar um projeto de lei que autorizará os curdos a se defenderem, em tribunal, na sua língua materna.

A greve de fome tem sido acompanhada por um aumento de tensão nas regiões do sudeste da Turquia, onde vive a minoria curda. Em Cisre, uma nova manifestação de apoio aos prisioneiros tinha sido reprimida pela polícia no sábado.