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Civis de Gaza sofrem por causa das rivalidades no Hamas e no governo israelita

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Civis de Gaza sofrem por causa das rivalidades no Hamas e no governo israelita

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Os israelitas continuam a concentrar soldados e armamento pesado junto à fronteira com Gaza, mas o governo de Netanyahu mantem a opção da solução diplomática, para manter a população em segurança.

No entanto, podem apontar-se alguns excessos nesta legítima defesa.

Benjamin Netanyahu:

“Não há simetria moral (entre o Hamas e Israel), há organizações em Gaza. Os terroristas estão a cometer crimes de guerra: atacam os civis israelitas e escondem-se por trás dos civis palestinianos, enquanto Israel avalia cada medida para evitar vítimas civis”.

É verdade que, no terreno, o Hamas não controla todos os operacionais que atacam Israel.
E, como afirmou o chefe do governo israelita, são os civis que sofrem duplamente. As imagens demonstram bem o desespero dos palestinianos.

No sexto dia de ofensiva, às 14:00 h tinham sido mortos 95 palestinianos e três israelitas.

As granadas de obus e os mísseis continuam a ser lançados de Gaza e podem atingir Telavive.

No entanto, o Hamas não tem interesse em provocar uma ofensiva terrestre israelita.

Israel quer que todos os grupos armados de Gaza deixem de atacar, mas as rivalidades internas no Hamas, não oferecem muitas garantias. Os palestinianos querem que se acabe com o que consideram uma agressão.

A conjuntura também não é favorável.

Israel vai ter eleições antecipadas em poucos meses, a luta pelo poder em Gaza continua e os países árabes da região vivem uma autêntica convulsão.

Os civis palestinianos são as maiores vítimas das quezílias internas dos radicais do Hamas e do governo israelita.