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Morsi optmista para resolver a crise política

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Morsi optmista para resolver a crise política

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Apesar da polémica o presidente do Egito, Mohamed Morsi, está “muito otimista” de que os egípcios vão superar a crise política depois de ter admitido que os poderes aumentados serão temporários.

A oposição a Morsi acusou-o de estar assumindo “poderes ditatoriais”, e prometeu continuar os protestos nas ruas até que o presidente volte atrás.

Numa reunião com os juizes, esta segunda feira, aceitou que apenas as decisões relativas ao domínio da soberania não possam ser alvo de recurso.

Uma posição que corresponde aos compromissos propostos pelos juízes depois da revolta que levou às ruas milhares de pessoas para contestar o reforço dos poderes presidenciais.

“As declaração constitucional é contra a autoridade judicial. Juizes, advogados, pessoas e movimentos politicos são contra.”

“Estamos a pedir ao presidente que anule a sua decisão e não responder vamos continuar a protestar até que abandone o poder. Queremos que se lembre que demoramos apenas 18 dias para derrubar Mubarak”.

Enquanto a primeira vítima mortal da violência foi a enterrar Morsi reuniu-se com os juizes, esta segunda feira, e aceitou que apenas as decisões relativas ao domínio da soberania não possam ser alvo de recurso.

Uma posição que corresponde aos compromissos propostos pelos juízes depois da revolta que levou às ruas milhares de pessoas para contestar o reforço dos poderes presidenciais.

No Cairo o enviado da Euronews conta que aqui na praça Tahrir, no coração da revolução egípcia que fez cair Mubarak, a semenete da revolta ganha força para repetir, talvez, o que se passou no dia 25 de Janeiro. Os nomes dos líderes mudaram mas as exigências da população mantém-se: querem liberdade e justiça.