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Um morto em confrontos entre apoiantes e opositores do presidente egípcio

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Um morto em confrontos entre apoiantes e opositores do presidente egípcio

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Apesar de Mohamed Morsi ter prometido que o decreto que lhe reforça os poderes como chefe de Estado é temporário e ter apelado ao “diálogo democrático”, mantém-se a mobilização contra o presidente egípcio na emblemática praça Tahrir do Cairo.

Morsi reúne-se hoje com os membros do Conselho Superior da magistratura para tentar solucionar a crise iniciada com a publicação do decreto na quinta-feira.

Uma crise que fez este domingo a primeira vítima mortal, na cidade de Damanhour. Um jovem islamita foi morto em confrontos entre apoiantes e opositores do presidente, em frente à sede da Irmandade Muçulmana.

Fontes hospitalares confirmaram também uma dezena de feridos durante os confrontos.

A tensão está ao rubro no Egito, com a oposição a classificar o decreto como um “golpe de Estado” que compromete os fundamentos da revolta que derrubou o regime de Hosni Mubarak no início de 2011.

Contrastando com os protestos, centenas de apoiantes de Morsi sairam à rua este domingo, no Cairo, em apoio ao presidente e a Irmandade Muçulmana convocou uma mega manifestação para terça-feira.