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Strauss-Kahn paga seis milhões de dólares a alegada vítima de violação

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Strauss-Kahn paga seis milhões de dólares a alegada vítima de violação

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Dominique Strauss-Kahn vai pagar seis milhões de dólares a Nafissatou Diallo, a empregada de quarto que acusou o antigo líder do FMI de a ter violado.

Apesar de o processo criminal ter sido arquivado por falta de provas, o que garantiu a liberdade de Strauss-Kahn, no processo cível os advogados chegaram a acordo sobre uma indemnização. Os detalhes do acordo foram agora revelados pelo diário francês Le Monde.

A alegada violação no Sofitel de Nova Iorque causou, no ano passado, a queda em desgraça de um dos homens mais poderosos do mundo.

Em processo de separação da mulher, Anne Sinclair, Strauss-Kahn vai ter de recorrer à banca: “Para pagar estes seis milhões de dólares, ele contou aos amigos que iria pedir três milhões emprestados ao banco e que Anne Sinclair, de quem está separado desde o verão, lhe empresta os outros três milhões, que ele se comprometeu a pagar mais tarde”, conta Raphaëlle Bacqué, a jornalista do Le Monde que investigou a história.

Sinclair, jornalista francesa, dona de uma herança milionária, era o banco de Strauss-Kahn, que lhe permitiu pagar a casa de luxo onde esteve em prisão domiciliária, em Nova Iorque. Agora que o divórcio se aproxima, “DSK” (como é conhecido em França) vai der de se habituar a um estilo de vida mais modesto.

Para aquele que chegou a ser visto como a esperança dos socialistas franceses para o Eliseu, a carreira política parece agora estar acabada.