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Exército sírio intensifica bombardeamentos em Damasco

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Exército sírio intensifica bombardeamentos em Damasco

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A Síria conheceu um início de semana sangrento. Segundo a oposição, só esta segunda-feira morreram 200 pessoas, das quais 60 na zona da capital, Damasco, que as forças leais ao governo continuam a bombardear.

O exército tenta recuperar alguns locais tomados pelos rebeldes, enquanto a NATO se mostra pronta a equipar a fronteira turca com mísseis, e se mostra preocupada com a possibilidade de uso de armas químicas.

Além das bombas, a população lida também com a falta de comida. Em Alepo, aumentam as filas para o pão.

A tensão cresce junto à fronteira turca, em Ras Al-Ain, onde aos rebeldes e às forças governamentais se junta uma terceira força em combate – um grupo curdo, autodenominado “Unidades de Proteção do Povo”.

“Todas as pessoas são iguais – curdos, árabes, cristãos, assírios. Todos devem fazer parte da mesma classe social. A religião não é um problema, só queremos liberdade e paz”, diz uma militante deste movimento.

Este grupo diz-se independente, quer dos rebeldes, quer das forças governamentais.

Esta é uma zona de maioria curda, que o grupo ocupou depois do exército sírio ter abandonado a área. É um grupo armado com ligações ao PKK turco, cuja presença faz temer que os conflitos étnicos se alarguem à Síria.