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Brasília despediu-se do seu progenitor


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Brasília despediu-se do seu progenitor

Durou 104 anos o percurso de um homem que se tornou num dos maiores nomes da arquitetura mundial. Oscar Niemeyer faleceu num hospital no Rio de Janeiro, onde será finalmente sepultado.

Mas o funeral de Estado decorreu na cidade visionária que concebeu. Afinal, Brasília é Niemeyer. Foi no Palácio do Planalto que a presidente Dilma Rousseff e a viúva Vera Lúcia Cabrera acolheram os seus restos mortais.

O homem que seguiu os passos de Le Corbusier foi responsável por mais de 600 obras, numa carreira que começou em 1936, e na qual sobressaem marcos como o edifício da ONU em Nova Iorque ou o Museu de Arte Contemporânea de Niterói.

Segundo Vera Lúcia Cabrera, durante a sua hospitalização, Niemeyer manifestou a vontade de sair rapidamente, porque ainda tinha trabalhos para terminar.

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