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Platini recusa tecnologia "tira-teimas"

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Platini recusa tecnologia "tira-teimas"

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A UEFA não vai adotar a tecnologia de linha de golo, testada agora no Japão, que permite determinar com precisão se uma bola passou ou não a linha e dá ao árbitro todas as informações, sem deixar margem para erros ou especulações sobre falhas na arbitragem.

O presidente da instituição, Michel Platini, diz que prefere gastar o dinheiro noutras coisas: “Introduzir esta tecnologia na competição é gastar 50 milhões de euros em cinco anos. Eu prefiro gastar esses 50 milhões nas estruturas, no desenvolvimento do futebol do que gastá-los em tecnologia que pode servir para um ou dois golos por ano”.

Existem dois sistemas. Um, baseado em câmaras de vídeo, já bastante utilizado e conhecido no ténis e outro, com sensores na bola e no campo. Ambos estão a ser testados no mundial de clubes, que está a decorrer no Japão.

Se a UEFA recusa a tecnologia, já a FIFA prometeu utilizá-la na Taça das Confederações e no Campeonato do Mundo – em março, vai anunciar qual o sistema escolhido.