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Ravi Shankar: o insuportável silêncio do sitar

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Ravi Shankar: o insuportável silêncio do sitar

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O músico e compositor indiano que popularizou o ritmo do sitar, faleceu hoje em San Diego, aos 92 anos de idade. Ravi Shankar era um dos nomes mais sonantes da “world music” tendo contagiado toda uma geração desde os anos sessenta, do jazz ao rock, passando pela música pop.

“Não fiz mais do que popularizar e transmitir a nossa música para que seja devidamente apreciada. Essa foi a minha missão e fico contente de ter quase concretizado esta tarefa”.

Shankar não resistiu à intervenção cardíaca a que tinha sido submetido na quinta-feira.

O músico que compôs a “banda sonora” da geração hippie, do festival de Woodstock aos sucessos dos Beatles, depois de ter seduzido George Harrisson, inspirou e colaborou com vários músicos, de John Coltrane aos Rolling Stones.

Vencedor de três Grammys, Shankar tinha sido nomeado para um quarto prémio, antes da sua operação, pelo último álbum “The Living Room Session, part 1”.

O mundo da música fica assim sem conhecer a parte 2 da última obra do músico e compositor.